O offsite que ninguém fotografou.
Um código na mesa, um rolo pequeno pra cada um e um álbum que pertence a quem estava lá — não a uma pasta compartilhada que ninguém abre.
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As melhores fotos de um evento da empresa nunca saem do celular de ninguém.
Sem contas. Sem chamado pra TI.
Os participantes entram escaneando — sem loja de apps, sem instalar nada, sem login.
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Coloque um código na mesa
Uma pessoa configura o evento no celular em um minuto. Imprima o QR para as mesas ou mande o link no canal do evento.
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Cada um tira algumas fotos
Os participantes escaneiam e fotografam no navegador. Um rolo pequeno pra cada um mantém o clima de brincadeira, e não de registro oficial — e é isso que faz as pessoas participarem em vez de ficarem de fora.
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O álbum abre depois
Nada aparece enquanto o evento ainda está rolando. Na manhã seguinte, todo mundo que participou recebe o mesmo álbum, no mesmo momento.
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Feito para a parte que costuma dar errado.
Juntar fotos de eventos da empresa falha por motivos previsíveis. Estes são os seis que importam.
Sem contas, sem configuração
Os participantes escaneiam um código e fotografam no navegador. Nada pra instalar, nada pra fazer login, nada pra adicionar ao aparelho de ninguém.
Restrito ao evento, não à empresa
O álbum fica visível só para quem escaneou o código. Não para a empresa inteira, não fica pesquisável pra sempre e não pode ser encontrado por quem entrar na empresa daqui a três anos.
Nada aparece no meio do evento
As fotos ficam ocultas até a revelação. A tarde de ninguém aparece na frente dos colegas enquanto ainda está acontecendo.
Um rolo pequeno pra cada um
De 5 a 36 fotos por pessoa. Um limite faz parecer uma brincadeira, e não vigilância — e é por isso que as pessoas participam de verdade.
Dez pessoas ou duzentas
Escolha o plano que combina com o número de pessoas, pago uma vez para aquele evento. Adicione um pacote de vagas se aparecer mais gente do que as confirmações indicavam.
Exporte o que quiser guardar
Baixe o álbum em resolução máxima depois da revelação — útil quando algumas fotos merecem ir pra página de carreiras ou pra próxima reunião geral.
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Por que fotos do trabalho nunca são compartilhadas
O problema não são as fotos. É quem vê.
A foto de um colega gargalhando às onze da noite é uma ótima foto entre as quarenta pessoas que estavam lá. A mesma foto numa pasta da empresa inteira, indexada e permanente, é outra coisa completamente diferente — e as pessoas sabem disso.
Então elas se autocensuram, a pasta fica vazia e o evento é lembrado por duas fotos de alguém num púlpito. Fazer o público ser o mesmo da sala é o que destrava todo o resto.
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Na manhã seguinte
Um álbum que pertence a quem estava lá.
Na manhã seguinte, o álbum abre pra todo mundo que participou — o ônibus, o karaokê, o segundo bar, as pessoas que só se encontram uma vez por ano.
É um registro do evento melhor do que qualquer cobertura oficial, pelo simples motivo de que foi feito pelas pessoas que estavam curtindo.
Antes que você pergunte
Qualquer outra coisa, mande um e-mail para hello@posy.camera.
Os funcionários precisam instalar um app ou fazer login?
Não. Eles escaneiam o QR code e a câmera abre no navegador — sem baixar nada, sem conta. Só quem organiza o evento usa o app, no próprio celular iOS ou Android.
Quem pode ver as fotos?
As pessoas que entraram naquele evento escaneando o código. Não existe feed público nem um diretório de álbuns da empresa — cada evento é independente.
Quantas pessoas podem participar?
Cinco de graça, depois planos de até 200 ou ilimitado, pagos uma vez para aquele evento. Dá pra adicionar pacotes de vagas depois se o número de participantes crescer.
Funciona para uma conferência ou offsite, não só para uma festa?
Sim. Qualquer coisa com um grupo definido, um começo e um fim funciona do mesmo jeito. Em eventos de vários dias, a maioria dos anfitriões cria um único evento pra tudo e define a revelação para o dia seguinte ao encerramento.
E as pessoas que não querem ser fotografadas?
Diga quem pode ver o álbum ao apresentá-lo — uma frase no começo. Quem preferir não participar é só não escanear o código, e como nada é público, não existe um público maior com que se preocupar.
Dá pra tirar as fotos depois?
Sim — o anfitrião pode baixar o álbum completo na resolução original depois que ele for revelado, e cada participante pode salvar as fotos que quiser.
A TI precisa aprovar alguma coisa?
Não há nada pra integrar — sem SSO, sem sincronização de diretório, sem software instalado nos aparelhos da empresa. Uma pessoa organiza pelo celular e todos os outros entram pelo navegador. Vale conferir a política interna da sua empresa sobre fotos em eventos, como você faria com qualquer câmera no ambiente.
Dê uma câmera pra todo mundo.
Grátis para até cinco pessoas. Pague uma vez pelo evento — nunca uma assinatura.